domingo, 25 de outubro de 2009

Vivo como quero, ou como querem?

Embora o homem venha conquistando ao longo dos séculos, um avanço tecnológico excepcional, nada parece ser suficiente para acalmar seu coração, e ele segue sua jornada vivenciando conflitos íntimos terríveis.
O homem é capaz de bombardear o núcleo do átomo.
Mas não logra implodir o próprio orgulho.
O homem com a ajuda de equipamentos modernos é capaz de mergulhar a grandes profundidades no oceano.
Não obstante, não implementa o grande mergulho em si mesmo, e não passa de ilustre desconhecido de si próprio.
O homem lança sondas espaciais de encontro aos cometas, com o desejo de estudar a constituição íntima da matéria, visando descobrir a origem do universo.
Todavia, tem enormes dificuldades em abraçar seu semelhante.
Somos criaturas paradoxais, desejamos conquistar o mundo, mas somos incapazes de realizar as grandes conquistas afetivas, que certamente nos levariam a experimentar a paz.
No campo afetivo, temos mais facilidade em aceitarmos a opinião dos outros, do que a dos nossos familiares.
Com os outros a paciência, com a família a contenda.
Com estranhos a educação, com a família a irritabilidade.
A vida está difícil, ninguém dúvida das grandes transformações pelas quais a humanidade passa.
Precisamos reavaliar as nossas atitudes, é fundamental que iniciemos o mergulho intransferível e inadiável em nosso ser.
Não podemos continuar vivendo a vida, como reféns dos fatos que acontecem a nossa volta.
Viver a vida através dos fatos gerados pelos outros, é viver de forma alienada com relação a si mesmo.
Nossa vida deve ser determinada pelos acontecimentos gerados a partir de nossas escolhas e decisões.
Somos os construtores de nosso destino, estamos construindo a nossa vida? Ou os outros é que determinam nossa forma de viver?
Urge que nos auto conheçamos.
Como estou reagindo diante desse ou daquele acontecimento?
Minhas opiniões são minhas mesmo, baseadas em minha capacidade de pensar? Ou eu sempre opino de acordo com os critérios alheios?
Minhas respostas aos fatos que acontecem, são determinadas pela emoção, ou pela razão?
Sou mais instintivo, ou racional?
Buscar o equilíbrio entre esses aspectos comportamentais nos facultará, uma melhor qualidade de vida.
Não adianta conquistar o espaço, sem antes se auto conhecer.
Pessoas há que passam pela vida sem viver, pois transitam pelo mundo, como reféns das escolhas alheias.
Afinal, eu escolho a vida que quero ter, ou os outros escolhem como devo viver?




sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Seu problema ou meu problema?

É importante que aprendamos a lidar com nossas limitações.
Não somos capazes de fazer tudo. Quando a vida nos impõe determinados desafios, é preciso ter coragem em assumir a incapacidade para certas coisas.
Assumir situações que não estamos aptos a resolver é sofrimento a vista.
O assunto pode parecer cansativo, mas insistimos que no âmbito familiar é que as dificuldades se acentuam.
Temos tido a oportunidade de conversar com muita gente que nos procura, em situações dolorosas de angustia e inquietação íntima.
Observamos nestes atendimentos a dificuldade das pessoas em dizer não.
Dizer sim aos parentes pode significar uma autoflagelação, ou seja, dizer sim, quando desejaríamos intimamente dizer não.
A maioria das pessoas que nos procuram, quando questionadas sobre o tipo de dificuldades que as estão afligindo, relatam rotineiramente envolvimento com os problemas familiares. Envolvem-se em demasia com os problemas alheios, esquecendo-se de si próprias. E de maneira inconsciente cobram dos outros a gratidão por terem auxiliado os parentes.
Doam-se demais, e frustram-se constantemente por acreditarem-se credoras de atenção especial.
Amar não significa que tenhamos que tirar dos outros a oportunidade que eles tem de aprender com os próprios erros.
A pergunta é: “Até que ponto devemos nos envolver nos problemas criados pelos outros, mesmo sendo nossa família?”
É muito saudável que delimitemos nosso espaço, que preservemos nossa intimidade.
Se não buscarmos uma conduta psicologicamente equilibrada, não teremos estrutura para auxiliar quem quer que seja.
O domínio da emoção em nossos relacionamentos deve ser buscado incessantemente.
A contaminação emocional através das dores alheias, rouba o nosso discernimento, fazendo com que vivamos as emoções de nossos pares, perdendo a capacidade de raciocinar.
Toda história tem dois lados a serem analisados, e o fato de nossa parentela estar envolvida na problemática não significa que eles estejam sempre com a razão.
Pergunte-se a si mesmo: “Os problema que me afligem atualmente são oriundos dos meus erros, ou dos equívocos alheios?”
Estou ajudando as pessoas a resolverem seus problemas, ou estou querendo resolver os problemas que cabe a elas resolverem?”
Ajudar é uma coisa, tomar para si as dificuldades dos outros é mais complicado.
Misturar nossos problemas com os problemas alheios é a primeira dificuldade que encontramos e que nos impede prestar ajuda com isenção.
O grande desafio em nossa vida é aliar a razão à emoção.
Enquanto apenas a emoção determinar nossas reações aos fatos da vida, sofreremos muitas vezes mais do que aqueles que criaram seus próprios problemas.


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Felicidade a Prestação

Lá não é melhor que aqui. Quando o seu lá se tornar aqui, você simplesmente encontrará outro lá que parecerá novamente, melhor que aqui.
Nunca estamos satisfeitos com a vida, acreditamos que as coisas devem acontecer sempre da maneira que desejamos.
A vida na Terra é um constante aprendizado e o segredo é saber lidar com as diferenças.
A busca da felicidade fora de si trás terríveis frustrações ao homem moderno.
Temos assistido casos muito tristes, pessoas que buscam a beleza ideal, esquecendo-se que o corpo também está sujeito a lei da gravidade, lei essa que se acentua à medida que os anos passam.
Tenta-se manter o corpo jovem, quando muitas vezes a mente está envelhecida.
Assistimos recentemente o vocalista de um conjunto de música jovem, ficar em coma por vários dias, pois sofrera um choque alérgico após passar por uma lipoaspiração. Será que exercícios físicos, não teriam ajudado esse cantor?
O que está acontecendo?
Qual é o padrão de beleza ideal? Por que as pessoas não se aceitam como são?
É mais fácil fazer lipoaspiração do que educar a boca?
Outro dia assisti a um programa de televisão onde um cirurgião plástico, apresentava planos promocionais para se reformar o corpo.
Tenha um nariz perfeito em doze vezes, e seja feliz.
Se você fizer nariz, e engrossar os lábios, daremos um desconto especial.
A mulher hoje em dia sai de casa com cara maracujá, e volta como clone da Juliana Paez.
Consulte nossos preços. A felicidade está ao seu alcance. Aceitamos cartão de crédito.
Quem não emagrece com essas loucuras é a conta bancária do cirurgião, cada vez mais obesa com os delírios alheios.
Zelar pela saúde é muito bom, mas querer mudar o que a natureza nos concedeu é preocupante.
Existem pessoas que já fizeram tantas plásticas que andam dormindo de olhos abertos, pois estão esticadas demais. Outras estão soltando pum pela nuca.
A natureza é muito sábia, todos nascemos, envelhecemos e morremos.
A angústia que se experimenta, por não se aceitar as leis naturais deve ser muito grande.
Mais uma vez podemos afirmar, os valores estão invertidos.
Não adianta mudar o exterior, a casca vai murchar.
A essência, o Espírito é que precisa renovar-se, pois é no próprio ser que podemos encontrar a felicidade.
Não adianta chegar lá, pois ao chegar continuaremos a nos sentir ainda aqui.
Morar em Guarujá, Londres ou New York, não faz diferença, pois a vida tem a cor que damos a ela.
Quem não dá valor a vida aqui, não irá valorizá-la lá.
A felicidade não está geograficamente localizada.
A felicidade não está na aquisição de bens materiais.
A felicidade é um jeito de caminhar no mundo, aceitando as diferenças.
O dia que entendermos isso, tanto faz estar lá ou aqui, a felicidade estará dentro de cada um.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A sua parte

Não adianta estendermos as mãos para o céu, esperando que nossos desejos sejam atendidos.
Rogamos a Deus, por dias melhores, não obstante, é imprescindível que aumentemos nossos esforços a fim de trabalharmos mais.
A Divindade certamente pode prover nossas necessidades, todavia, é mister que mobilizemos nossos misérrimos recursos para lograrmos ser atendidos em nossos petitórios.
O piano não oferecerá melodias harmoniosas ao pianista, se o musicista não se esforçar para aprender todas as notas musicais.
A terra não oferecerá colheita farta, sem que o camponês não lhe sulque o chão, a fim de disciplinar suas forças.
Assim, o homem em suas suplicas não deve manter apenas suas mãos estendidas em direção ao alto aguardando solução para seus males. Imperativo, que além de estender as mãos, o crente mobilize sua vontade e seus recursos.
Por mais simplórias que sejam suas ferramentas; pondo-as a disposição da vida o necessitado estará favorecendo o cumprimento da promessa de Jesus.
“Ajuda-te que o céu te ajudará”.
A mentalização positiva de qualquer projeto é o primeiro passo para sua realização.
A Misericórdia Divina se utilizará de nossos parcos recursos, para multiplicar as possibilidades de êxito.
Fazer a nossa parte é essencial.
Se não acreditas no que quer, Deus não encontrará em você a fé realizante para lhe prover os recursos necessários.
Só vence, quem acredita na vitória e trabalha por ela.


terça-feira, 13 de outubro de 2009

46664 - O jardineiro da liberdade

Detido em 1962 por lutar contra o aphartheid racial (segregação), Nelson Mandela afirma em sua autobiografia que durante os vinte sete anos em que esteve preso não abandonou a sua paixão pela jardinagem.
O numero 46664 é o numero da cela de Mandela, numero pelo qual ele era conhecido.
Imaginemos um homem inocente, que passou vinte e sete anos na prisão e tem como paixão à jardinagem. Um homem que, perto de completar 90 anos continua lutando, agora por causas humanitárias; a luta contra a aids, por exemplo.
Personalidades como Mandela, certamente tem muito a ensinar a todos nós. Não duvidamos que o trabalho é a melhor receita de saúde que alguém pode ter. O senhor Nelson Mandela com seu sorriso contagiante e afetuoso deixa pra todos nós um exemplo de amor à vida, a humanidade.
Em sua cela, ele sonhava com jardinagem, pois certamente entendia, que a diversidade de flores em um jardim é que faz com que o jardim seja mais bonito. As flores de diversos matizes deixam o jardim salpicado de cores, com harmonia.
A Terra é um grande jardim de Deus, e a diversidade de criaturas é que a torna tão bela.
O homem moderno encontra-se preso ao orgulho, encarcerado na solidão. Não se dá conta de que faz parte do jardim de Deus, não se apercebe que pra ser feliz, precisa conviver com as outras flores, suas irmãs.
Um aphartheid silencioso se instala lentamente no coração dos homens, o aphartheid da solidão, do medo, da violência.
Precisamos, embora encarcerados em nós mesmos, sonhar como Nelson Mandela com os jardins que podemos erigir a partir de nosso coração.
Adubando as nossas atitudes de gentileza, regando nossos corações de ternura.
Devemos podar de nosso jardim, as ervas daninhas do egoísmo, as pragas da indiferença, do mau humor.
Vamos cultivar nosso planeta com amor.
Precisamos encontrar em nós o DNA Divino, independente de rótulos religiosos.
Somos filhos de Deus, flores de Deus no jardim do mundo.
Por vezes a noite parece tão escura, e a lua tem forma de virgula, certamente é um sinal do Criador para que a partir dessa virgula entendamos que podemos mudar nossa vida, se assim o desejarmos.
Reflitamos no exemplo do Senhor 46664, que mesmo preso fisicamente, nunca deixou de cultivar o jardim dos seus sonhos.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A vida é sua

Quase acreditamos, quando mos disseram um dia que não éramos capazes de realizar os nossos sonhos.
Quase acreditamos em alguns homens quando nos disseram que Deus castiga.
Quase acreditamos quando outros nos diziam que poderiam falar com Deus nos representando.
Quase acreditamos, em alguns “religiosos”, que insistiam em nos dizer que não éramos nada.
Quase acreditamos quando nos disseram que a gente tem no mundo, um destino imutável.
Felizmente, percebemos que somos capazes de pensar sozinhos, e quando passamos a raciocinar, nossa vida começou a mudar.
Devemos acreditar em sonhos eles são possíveis, devemos lutar por realiza-los.
Temos o que merecemos, e se sofremos, colhemos o resultado das nossas escolhas.
Deus nunca nos castigou, Ele nos ama, independente do rótulo religioso, ou não.
Aprendemos que se fala com Deus, onde quer que se esteja, bastando para isso, silenciar a boca e abrir o coração. Deus não freqüenta os templos suntuosos, onde o homem exerce o domínio sobre outros homens. O templo de Deus é o coração sincero.
Hoje temos a certeza, que somos o que desejamos ser. Éramos nada quando não pensávamos, éramos nada, quando nos preocupávamos com a opinião das pessoas, éramos nada quando desejamos ser igual aos outros, e não nos aceitávamos como realmente somos.
Não estamos irremediavelmente condenados a sofrer e a chorar. É possível modificar a vida, basta fazer com que ela aconteça a partir de nós mesmos. Tomando-a nas mãos e decidindo o que fazer.
Toda e qualquer mudança, implica em sofrimento, demanda esforços.
Não dá para mudar de comportamento sem que o sofrimento nos convide para uma entrevista.
Não existe parto sem dor, para nascer é preciso chorar.
É factível a todas as pessoas, assumirem -se, aceitarem -se, ser feliz.
A vida nos convida a viver, tomemos a sua vida em nossas mãos e decidamos o que quer fazer com ela.
Não sabemos quando e onde vamos morrer, mas podemos escolher agora o que fazer com a vida.
Hoje a meia noite, Deus irá depositar no banco da vida 86400 segundos para gastarmos, são vinte e quatro horas de novas oportunidades de conquistas, ou 86400 segundos de queixas, basta escolher.
E o mais maravilhoso de tudo isso, é que o Criador não nos pergunta se gastamos bem os 86400 segundos do dia anterior, Ele simplesmente deposita de novo no dia seguinte. O que estamos fazendo com essa fortuna?
Acreditemos no amor, acreditemos em nossa capacidade de realização.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Nossos desejos, nossos sofrimentos...

“Se o homem pudesse realizar metade dos seus desejos, dobraria seus problemas”. (Benjamim Franklin)

A vida é nossa grande mestra, ela nunca nos dá o que queremos, contudo, nos transforma em criaturas abastadas das oportunidades que necessitamos para evoluir.
Diante de alguns fracassos, nossa tendência é procurar os responsáveis pela não realização de nosso desejo.
Não aceitamos o fracasso, e ele deve ter um culpado, que certamente são os outros. Se não passamos em um concurso, é porque houve fraude.
Se o relacionamento não deu certo, é porque o outro é culpado.
A promoção não veio, certamente, o que conseguiu é puxa-saco.
Poderíamos listar aqui um sem numero de situações nas quais não nos faltaria justificativa para acusar os outros.
Esquecemo-nos que às vezes, não temos preparo para lograr o êxito em determinados concursos.
Um relacionamento envolve mais de uma pessoa, portanto, temos nossa cota de responsabilidade.
Na promoção, talvez ainda não estejamos preparados para executar tal função.
É importante que façamos as coisas que dependem de nós com alegria. A vida sempre nos dá sinais do que está acontecendo, e do que pode vir a acontecer.
Um brocardo popular afirma: “Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza”, eu ainda acrescentaria, “e fica com diarréia”.
Muitos mudam com o mais simples cargo, outros chegam a menoscabar o próximo e o estado quando ocupam cargo publico.
Outros mais, trocam de parceiros como trocam de camisa, esquecendo-se que a infelicidade reside dentro deles próprios.
Se todos os nossos desejos fossem realizados certamente sofreríamos muito mais, do que supomos sofrer hoje.
É imperioso que continuemos lutando por nossos ideais, todavia, é urgente que comecemos a agradecer o que a vida nos proporciona em nossa realidade atual.
O conceito de felicidade é relativo, depende da posição de cada um no contexto social em que está inserido, de sua condição evolutiva.
Só não podemos esquecer que a felicidade verdadeira é conquista pessoal, intransferível, e certamente ela começa a ser sentida na paz que experimentamos em nossa consciência.
Ninguém pode nos entregar a felicidade embrulhada para presente.
Conquistemo-la a partir de agora, aceitando nossas limitações, mas esforçando-se cada vez mais para melhorar.
Esqueçamos os outros, a nossa competência tem o tamanho da nossa vontade.
Aprendamos a dominar os nossos desejos, o coração insaciável e sem medida é o artífice da própria infelicidade.
Nada de conformismo, a vida pede realismo.
Não cobremos de nós próprios, aquilo que nem Deus espera que façamos.
Nossos desejos, nossos sofrimentos...


sábado, 3 de outubro de 2009

A dor e o estrume

A rosa que enfeita e embeleza
Que exala doce perfume
Não prescindi na sua vida
Do convívio com o estrume

Queixamo-nos das dificuldades que a vida nos apresenta.
Reclamamos em demasia de todo e qualquer problema.
Alegando legítima defesa, perdemos tempo, acusando este ou aquele pelo nosso fracasso.
Em uma sociedade que incita os homens ao consumismo exacerbado e a competição desmedida, as lutas são inglórias.
Todavia, não nos cabe desistir de nossos objetivos.
Do lodo medram os lírios.
Após longa madrugada, sempre chega um novo amanhecer.
Após a tempestade, a natureza se mostra cada vez mais bela.
Ninguém passa pela vida sem experimentar as lutas para o próprio burilamento.
Mesmo com estrume no pé, a roseira não deixa de embelezar o jardim com mais e mais rosas.
Cada rosa esparzi seu aroma.
Quando detemos nossa marcha para retirar o estrume de nosso pé, arriscamo-nos a sujar as mãos e o coração.
O estrume em nossa vida pode ser chamado dor.
A dor sempre tem função educativa.
Não podemos nos permitir ficar inermes diante das dificuldades.
Tal qual a flor que encanta e perfuma, devemos seguir adiante, por mais estrume no pé.
Tudo na natureza cumpre papel fundamental na programação evolutiva do universo. Não estamos no mundo a passeio, viemos a trabalho, estamos aqui para aprender.
Adubados pela dor, dia virá, em que poderemos exalar o perfume do verdadeiro amor.
A rosa ainda nos ensina, que mesmo em meio a espinhos é possível embelezar o mundo.
Por isso, sigamos adiante!
Diante dos espinhos da calúnia, sigamos trabalhando.
Diante dos espinhos da inveja, sigamos servindo.
No jardim de Deus, somos as rosas pequeninas esquecidas de nosso perfume intimo e imortal, o perfume do amor.
Não murche frente às dificuldades, floresça, exale seu aroma, encante, embeleze.
Não se deixe despetalar pela preguiça.
Não permita que sua dor se transforme em dor nos outros.
Não podemos prescindir do estrume para nossa felicidade.
Mesmo com lágrimas nos olhos, não desista, esse pranto irá regar seu coração fazendo nascer novas pétalas de esperança.
A cada novo amanhecer, viremo-nos para o sol e bendigamos o Divino Jardineiro que nos plantou exatamente no jardim que devemos embelezar.
E quando a tempestade cair e o medo quiser brotar em nosso coração, bendigamos a chuva, que benfazeja, virá cumprir seu papel no capitulo da nossa renovação.
Ao fitar uma rosa não nos esqueçamos:

A dor é para o homem
O que o estrume é para a flor
Adubo para o crescimento
Para vitória do amor




El auto-perdón y el remordimiento - Tradução Victor Hugo Torres (México)

Todos nosotros erramos, es decir hecho.
¿Pero como lidiamos con los errores?
Nos gustaría hablar sobre el auto-perdón, o sea, sobre cómo debemos lidiar con los errores que cometemos.
A principio, somos víctimas de nuestra ignorancia, eso debe quedarse bien claro en nuestra cabeza. Nadie desea sufrir, todo el mundo quiere ser feliz.
Nuestras elecciones intempestivas y equivocadas, nos llevan a muchos sufrimientos; cuando cosechamos solos los frutos de nuestros errores, todo bien.
Infelizmente no es así que ocurre en la mayoría de las situaciones, alguien siempre acaba sufriendo por causa de nuestras dificultades.
Es muy importante que consideremos en primer lugar, que los equívocos acontecen por ignorancia, sin embargo ese comportamiento despreciable no nos exime de las responsabilidades sobre el error perpetrado.
Debemos asumir nuestra responsabilidad ante las personas sumergidas, pero es imprescindible que nos auto-perdonemos. El auto-perdón es la llave poderosa para que reconozcamos nuestros equívocos y aprendamos con ellos.
El auto-perdón comprendido de manera sincera por la criatura, tiene la capacidad de liberarla de las poderosas esposas del remordimiento.
El remordimiento se puede afirmar, es el encuentro del alma, con la conciencia de los errores cometidos. El individuo se enfrenta con la dura realidad del error, lo que invariablemente trae consecuencias desastrosas para su vida personal.
Es necesario que asimilemos que el remordimiento es una cárcel donde la persona se mantiene voluntariamente cuando alimenta el sentimiento de culpa. El remordimiento también puede ser alimentado por terceros, lo que causa en la persona, un aumento considerable del sentimiento de inferioridad ante los demás.
De esta manera aquel que erró se vuelve rehén de la supuesta víctima de ayer o del medio en que vive. Todas a veces que ocurre una discusión, las personas agreden en su rostro: ”Pero también, usted ya hizo eso y aquello...”
Cuando erramos nos hicimos vulnerables emocionalmente, la dura realidad del error cometido enflaquece la persona, por eso, muchos se aprovechan para promover la subyugación emocional, promoviendo con eso, una venganza sórdida y disfrazada, también conocida como falso perdón.
Aquel que no consigue si auto-perdonar sinceramente, está marcado a vivir bajo el guante implacable del remordimiento, y de la persecución psíquica de aquellos que supuestamente dicen haber perdonado y olvidado el pasado.
El auto-perdón, pasa por el auto-amor, es importante que nos amemos, nos respetemos, pero por encima de todo, que entendamos honestamente que nuestras elecciones equivocadas son oriundas de nuestro desconocimiento del verdadero sentido de la vida.
Cuando aprendemos que a llama quema, ya no nos aproximamos del fuego.
Sea feliz auto-perdonándose, pero asumiendo con honestidad el resultado de sus elecciones.
No permita que los demás le masacren emocionalmente tirándole en la cara algo que ya pasó.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O auto-perdão e o remorso

Todos nós erramos, isto é fato.
Mas como lidamos com os erros?
Gostaríamos de falar sobre o auto-perdão, ou seja, sobre como devemos lidar com os erros que cometemos.
A princípio, somos vitimas da nossa ignorância, isso deve ficar bem claro em nossa cabeça. Ninguém deseja sofrer, todo mundo quer ser feliz.
As nossas escolhas intempestivas e equivocadas, nos levam a muitos sofrimentos; quando colhemos sozinhos os frutos dos nossos erros, tudo bem.
Infelizmente não é assim que ocorre na maioria das situações, alguém sempre acaba sofrendo por causa das nossas dificuldades.
É muito importante que consideremos em primeiro lugar, que os equívocos acontecem por ignorância, todavia esse comportamento ignóbil não nos exime das responsabilidades sobre o erro perpetrado.
Devemos assumir a nossa responsabilidade perante as pessoas envolvidas, mas é imprescindível que nos auto-perdoemos. O auto-perdão é a chave poderosa para que reconheçamos nossos equívocos e aprendamos com eles. O auto-perdão compreendido de maneira sincera pela criatura, tem a capacidade de liberta-la das poderosas algemas do remorso.
O remorso se pode afirmar, é o encontro da alma, com a consciência dos erros cometidos. O individuo se defronta com a dura realidade do erro, o que invariavelmente traz conseqüências desastrosas para sua vida pessoal.
É necessário que assimilemos que o remorso é um cárcere onde a pessoa se mantém voluntariamente quando alimenta o sentimento de culpa. O remorso também pode ser alimentado por terceiros, o que causa na pessoa, um aumento considerável do sentimento de inferioridade perante os outros.
Desta maneira aquele que errou vira refém da suposta vitima de ontem ou do meio em que vive. Todas as vezes que ocorre uma discussão, as pessoas atiram em seu rosto: ”Mas também, você já fez isso e aquilo...”
Quando erramos tornamo-nos vulneráveis emocionalmente, a dura realidade do erro cometido enfraquece a pessoa, por isso, muitos se aproveitam para promover a subjugação emocional, promovendo com isso, uma vingança sórdida e disfarçada, também conhecida como falso perdão.
Aquele que não consegue se auto-perdoar sinceramente, está fadado a viver sob o guante implacável do remorso, e da perseguição psíquica daqueles que supostamente dizem ter perdoado e esquecido o passado.
O auto-perdão, passa pelo auto-amor, é importante que nos amemos, nos respeitemos, mas acima de tudo, que entendamos honestamente que nossas escolhas equivocadas são oriundas do nosso desconhecimento do verdadeiro sentido da vida.
Quando aprendemos que a chama queima, não nos aproximamos mais do fogo.
Seja feliz se auto-perdoando, mas assumindo com honestidade o resultado de suas escolhas.
Não permita que os outros lhe massacrem emocionalmente atirando-lhe na face algo que já passou.

Recados del Cielo - Tradução Victor Hugo Torres (México)

Cuando los problemas se acumulan y nos sentimos impotentes para resolver esa o aquella situación, es importante que hagamos una pausa para reflexionar y establecer prioridades.
A veces las rodillas parecen doblarse delante del peso de las pruebas, los ojos llorosos y nos quedamos a indagar íntimamente: “¿Qué hacer?”
Existen momentos en que todo parece rugir.
Cuando la desesperación nos procura, arrojándonos en los despeñaderos de la desesperanza busquemos apacentar nuestro corazón conservando la paciencia.
Tener paciencia no significa que tengamos que llorar abrazados a la ociosidad.
Debemos cultivar la paciencia laboriosa, luchar manteniendo la fe.
Si nuestros ojos no fueren turbados por la rebeldía delante de situaciones adversas, que ciertamente tienen mucho que enseñarnos, conseguiremos entrever la salida.
Dios siempre nos manda recados a través de las situaciones, y de las personas con las cuales convivimos.
En el momento de las turbulencias, en que el mar de las pruebas se encuentra con las aguas bulliciosas debemos estabilizar la nave por el esfuerzo íntimo de la oración.
No la oración repetitiva, adornada, sino en la plegaria en que desnudamos nuestra alma al Creador.
La plegaria es antes de todo, una manera de que modifiquemos nuestro comportamiento mental delante de las luchas perturbadoras.
En determinados momentos de la vida, nuestra mente es bombardeada por pensamientos desagradables que son promovidos por nuestra propia limitación, o por mentes desencarnadas desajustadas.
Es imprescindible y saludable para nuestra vida el hábito de la oración.
Orar es medicamento poderoso para el alma enferma.
Toda y cualquier dificultad trae en sí un nuevo aprendizaje.
Toda y cualquier dificultad trae con ella el socorro divino, no dude que Dios habla con usted en los momentos de aflicción.
En la hora del dolor el teléfono toca, es un amigo querido a requisarle el concurso fraternal.
En la hora del dolor el hijo amado viene y le abraza, revelando en el gesto el amor que le tiene.
En la hora del dolor alguien manda un mensaje, la página sencilla parece haber sido escrita para usted.
En la hora del dolor el radio toca una canción, la música llega a sus oídos como suave cariño, acordando a usted que muchos le aman.
La vida manda repetitivos recados en todos los momentos, exhortándonos al bueno animo.
Infelizmente muchos no oyen los recados del cielo, eligiéndose voluntariamente sufridores sin esperanza.
Para esos el cielo envía el mayor de los recados, el dolor que educa.
Para algunos el dolor es poderoso recado para un cambio de rumbo, para otros el dolor a lo largo del tiempo actúa como precioso despertador.
Pero sea cual fuere la situación, Dios siempre nos envía recados del cielo.



quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Recados do Céu

Quando os problemas se acumulam e sentimo-nos impotentes para resolver essa ou aquela situação, é importante que façamos uma pausa para refletir e estabelecer prioridades.
Por vezes os joelhos parecem dobrar diante do peso das provações, os olhos marejam e ficamos a indagar intimamente: “O que fazer?”
Existem momentos em que tudo parece ruir.
Quando o desespero nos buscar, arremessando-nos nos despenhadeiros da desesperança procuremos apascentar nosso coração guardando paciência.
Ter paciência não significa que tenhamos que chorar abraçados a ociosidade.
Devemos cultivar a paciência operosa, lutar mantendo a fé.
Se nossos olhos não forem turvados pela revolta diante de situações adversas, que certamente tem muito a nos ensinar, conseguiremos enxergar a saída.
Deus sempre nos manda recados através das situações, e das pessoas com as quais convivemos.
No momento das turbulências, em que o mar das provações encontra-se com as águas buliçosas devemos estabilizar a nau pelo esforço íntimo da oração.
Não a oração repetitiva, decorada, mas a prece em que desnudamos nossa alma ao Criador.
A prece é antes de tudo, uma maneira de modificarmos nosso comportamento mental diante das lutas perturbadoras.
Em determinados momentos da vida, nossa mente é bombardeada por pensamentos desagradáveis que são promovidos pela nossa própria limitação, ou por mentes desencarnadas desajustadas.
É imprescindível e salutar para nossa vida o hábito da oração.
Orar é medicamento poderoso para a alma enferma.
Toda e qualquer dificuldade trás em si um novo aprendizado.
Toda e qualquer dificuldade trás com ela o socorro divino, não duvide que Deus fala com você nos momentos de aflição.
Na hora da dor o telefone toca, é um amigo querido a lhe requisitar o concurso fraternal.
Na hora da dor o filho amado vem e lhe abraça, revelando no gesto o amor que lhe tem.
Na hora da dor alguém manda uma mensagem, a página singela parece ter sido escrita para você.
Na hora da dor o rádio toca uma canção, a música chega aos seus ouvidos como suave carinho, lembrando a você que muitos lhe amam.
A vida manda repetitivos recados em todos os momentos, nos exortando ao bom animo.
Infelizmente muitos não ouvem os recados do céu, elegendo-se voluntariamente sofredores sem esperança.
Para esses o céu envia o maior dos recados, a dor que educa.
Para alguns a dor é poderoso recado para uma mudança de rumo, para outros a dor ao longo do tempo atua como precioso despertador.
Mas seja qual for a situação, Deus sempre nos envia recados do céu.

Salvadores Modernos - Tradução Victor Hugo Torres (México)

“No crea en salvadores que no demuestren acciones que confirmen la salvación de sí mismos”.
Chico Xavier / Emmanuel


Lo que más observamos en los días de hoy, es la proliferación de hombres que si auto llaman representantes de Dios en la Tierra.
Como la multitud de los miserables sufridores aumenta cada día, más la cantidad de los supuestos elegidos se propaga.
Y eso ocurre, independiente de títulos religiosos, expertos existen en todas las religiones.
Las dificultades en la vida son incontables, la competición para conseguir un buen empleo es grande, la intranquilidad es general.
¿Será que todas las adversidades de la vida moderna, representan un castigo de la Divinidad para con sus hijos?
¿O será que el mundo está de ese modo a causa de nuestro egoísmo exacerbado?
Todo lo que el hombre no comprende, él lo otorga como un hecho sobrenatural.
¿Será que existe un hombre sobre la Tierra que verdaderamente pueda ser encarado como representante de Dios?
Cuando sufrimos tenemos enorme dificultad en razonar, en comprender los mecanismos educativos de la vida.
Es justamente en los momentos más difíciles que estamos susceptibles y vulnerables a los falsos profetas de la modernidad.
Dios no creó sus hijos para el dolor, mucho menos, para segregarlos en pecadores y escogidos.
La inteligencia suprema causa primera de todas las cosas, jamás crearía un ser inclinado al mal.
Y mucho menos se complacería en escoger algunos hijos en detrimento de otros.
Ese pensamiento es una ofensa a la más primaria inteligencia, e inclinarse a él significa afirmar que Dios es imperfecto.
El hombre siempre interpreta todo conforme a sus intereses.
Para dominar otros hombres, algunos afirman que sólo el “Dios” de ellos salva, lamentable.
Es más fácil creer en un Dios con sentimientos parecidos con los nuestros, que creer en un Dios de amor y compasión, sentimientos esos que aún no cultivamos dentro de nosotros, consecuentemente no sabemos lo que significan.
Todo lo que el hombre cree tiene el rasgo de su propia imperfección.
Es muy difícil para algunos religiosos que crean un Dios misericordioso para con todos los hombres, pues ellos no saben tener misericordia con los diferentes.
Aún no sabemos lo que es el amor, para que comprendamos un Dios de amor.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Salvadores Modernos

“Não creia em salvadores que não demonstrem ações que confirmem a salvação de si mesmos”.
Chico Xavier / Emmanuel


O que mais observamos nos dias de hoje, é a proliferação de homens que se auto intitulam representantes de Deus na Terra.
Como a multidão dos miseráveis sofredores aumenta a cada dia, mais a quantidade dos supostos eleitos se propaga.
E isso ocorre, independente de rótulos religiosos, expertos existem em todas as religiões.
As dificuldades na vida são inúmeras, a competição para se conseguir um bom emprego é grande, a intranqüilidade é geral.
Será que todas as adversidades da vida moderna, representam um castigo da Divindade para com seus filhos?
Ou será que o mundo está desse jeito por causa do nosso egoísmo exacerbado?
Tudo o que o homem não compreende, ele outorga como fato sobrenatural.
Será que existe um homem sobre a Terra que verdadeiramente possa ser encarado como representante de Deus?
Quando sofremos temos enorme dificuldade em raciocinar, em compreender os mecanismos educativos da vida.
É justamente nos momentos mais difíceis que estamos suscetíveis e vulneráveis aos falsos profetas da modernidade.
Deus não criou seus filhos para a dor, muito menos, para segregá-los em pecadores e escolhidos.
A inteligência suprema causa primeira de todas as coisas, jamais criaria um ser voltado ao mal.
E muito menos se comprazeria em escolher alguns filhos em detrimento de outros. Esse pensamento é uma ofensa a mais primária inteligência, e se curvar a ele significa afirmar que Deus é imperfeito.
O homem sempre interpreta tudo conforme seus interesses.
Para dominar outros homens, alguns afirmam que só o “Deus” deles salva, lamentável.
É mais fácil acreditar em um Deus com sentimentos parecidos com os nossos, do que crer em um Deus de amor e compaixão, sentimentos esses que ainda não cultivamos dentro de nós, conseqüentemente não sabemos o que significam.
Tudo o que o homem acredita tem o traço da sua própria imperfeição.
É muito difícil para alguns religiosos acreditarem em um Deus misericordioso para com todos os homens, pois eles não sabem ter misericórdia com os diferentes.
Ainda não sabemos o que é o amor, para compreendermos um Deus de amor.

La luciérnaga y el incompetente - Tradução Victor Hugo Torrres (México)

Sin ningún motivo la culebra pasó a perseguir a la luciérnaga.
Después de larga persecución la luciérnaga quedó acorralada, sintiendo que sucumbiría se detuvo y preguntó al ofidio:
- Doña culebra sé que la señora va a matarme, permítame saber la razón de su deseo. ¿Formo parte de su cadena alimenticia?
- No.
- ¿Le hice alguna cosa?
- No.
- ¿Por qué la señora quiere mi fin?
- Quiero matarle por qué no soporto su luz.
La pequeña historia acontecida con la luciérnaga es más común de lo que se imagina. Basta alguien destacarse en sus actividades para aparecer inmediatamente una culebra queriendo apagar la luz de la pobre luciérnaga.
En cualquier sector de la actividad humana esto es muy común, infelizmente.
La envidia y la incompetencia se visten de crítica severa en la boca de aquellos que no consiguen brillar sin apagar la luz de los demás.
Es muy difícil encontrar en nuestro medio, personas sinceras que deseen ver crecer a los demás. Por regla general las personas juzgan y desprecian, intentando así, menospreciar el trabajo y el valor de los demás.
Si usted ya se volvió una pequeña luciérnaga y comienza a brillar en sus actividades, cuidado, las culebras están sueltas.
Esa situación puede acontecer en su trabajo, en su escuela y lamentablemente en los medios religiosos. Puede creer, la envidia existe independiente del credo religioso.
Si por ventura su talento comienza a aparecer la cosa puede quedar ruin. No va a tardar mucho para que la ponzoña se manifieste sobre la forma más despreciable de calumnia y difamación.
La incompetencia trae consecuencias psicológicas dañinas para el incompetente.
El incompetente pierde la paz, intentando robar la paz de los demás.
El incompetente es infeliz, no acepta las propias limitaciones.
El incompetente es rebelde, no se conforma con la propia condición.
El incompetente es celoso, quiere tener lo que los demás tienen.
El incompetente no duerme bien, pierde horas de sueño incomodado con los demás.
El incompetente no sonríe, llora con las victorias ajenas.
El incompetente experimenta tormentos terribles en la intimidad del ser.
Por más que deseen apagar su luz, no desista, crea en usted.
No detenga sus pasos si en determinado momento usted se topa con una serpiente.
Crea siempre en el amor, crea siempre en sus sueños, valórelos.
Su luz comenzará a brillar en el momento en que usted acepte que la de los demás brille.
Aunque digan que su brillo es insignificante, no crea, pues usted es hijo de la gran luz que es Dios.
¿Qué tal si comienza a brillar iluminando su faz con una gran y bella sonrisa?
¡Vamos allá, eres una luciérnaga de Dios!
Estas aquí en la Tierra para aprender a brillar, o mejor, aprender a amar.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O vagalume e o incompetente

Sem nenhum motivo a cobra passou a perseguir o vaga-lume.
Após longa perseguição o vaga-lume ficou encurralado, sentindo que iria sucumbir parou e perguntou ao ofídio:
- Dona cobra sei que a senhora vai me matar, me permita saber a razão deste seu desejo. Faço parte de sua cadeia alimentar?
- Não!
- Lhe fiz alguma coisa?
- Não!
- Por que a senhora quer o meu fim?
- Quero lhe matar por que não suporto a sua luz.
A pequena estória acontecida com o vaga-lume é mais comum do que se imagina. Basta alguém se destacar em suas atividades para aparecer logo uma cobra querendo apagar a luz do pobre vaga-lume.
Em qualquer setor da atividade humana isto é muito comum, infelizmente. A inveja e a incompetência vestem-se de critica severa na boca daqueles que não conseguem brilhar sem apagar a luz dos outros.
É muito difícil encontrar em nosso meio, pessoas sinceras que desejem ver os outros crescerem. Via de regra as pessoas julgam e desprezam, tentando assim, menosprezar o trabalho e o valor dos outros.
Se você já se tornou um pequeno vaga-lume e começa a brilhar em suas atividades, cuidado, as cobras estão à solta.
Essa situação pode acontecer em seu trabalho, em sua escola e lamentavelmente nos meios religiosos. Pode acreditar, a inveja existe independente de rótulo religioso.
Se por ventura seu talento começar a aparecer à coisa pode ficar ruim. Não vai demorar muito para que a peçonha se manifeste sobre a forma mais desprezível de calunia e difamação.
A incompetência traz conseqüências psicológicas danosas para o incompetente.
O incompetente perde a paz, tentando roubar a paz dos outros.
O incompetente é infeliz, não aceita as próprias limitações.
O incompetente é revoltado, não se conforma com a própria condição.
O incompetente é ciumento, quer ter o que os outros têm.
O incompetente não dorme bem, perde horas de sono incomodado com os outros.
O incompetente não sorri, chora com as vitórias alheias.
O incompetente experimenta tormentos terríveis na intimidade do ser.
Por mais que desejem apagar sua luz, não desista, acredite em você.
Não detenha os seus passos se em determinado momento você topar com uma serpente.
Acredite sempre no amor, acredite sempre nos seus sonhos, valorize-os.
Sua luz começara a brilhar no momento em que você aceitar que a dos outros brilhe.
Mesmo que digam que seu brilho é insignificante, não acredite, pois você é filho da grande luz que é Deus.
Que tal começar a brilhar iluminando sua face com um grande e belo sorriso?
Vamos lá, és um vaga-lume de Deus!
Estas aqui na Terra para aprender a brilhar, ou melhor, aprender a amar.


Religiones o esposas - Tradução Victor Hugo Torres (México)

El hombre es esclavo del hombre.
Tal afirmativa se basa en el hecho de que no ejerciéramos libremente nuestra capacidad de pensar.
En el aspecto religioso, la mayoría de las personas aún cree en un Dios con un comportamiento típicamente humano.
Las religiones predominantes en nuestra sociedad nos presentan en sus líneas teológicas, un ser vengativo, un Dios que castiga y amedrenta.
La criatura humana es impedida de pensar, razonar es pecado.
La comprensión de Dios pasa por nuestra capacidad de pensar, sin raciocinio, Dios no puede ser conocido.
Los dogmas religiosos nos impiden a que nos aproximemos a Dios de manera a sentirlo, entenderlo. No se puede amar lo que no se conoce.
Observemos que los conceptos equivocados con relación Dios, ya nos son impresos por nuestros propios padres cuando dicen en tono de amenaza: “Dios castiga los niños mal creados”.
Vamos creciendo de tal forma, que con el pasar de los años nos vamos alejándonos de Dios, pues somos imperfectos y por regla general, cometemos equívocos.
Llegamos la conclusión que no somos dignos de “Dios”.
Interesante es que observemos que crecemos, mejor diciendo, nacemos culpables y crecemos culpables, y aquí entre nosotros, no existe mayor barrera para la expresión del raciocinio que el sentimiento de culpa, tan explorado por la mayoría de las religiones.
La culpa y el mentado “diablo”, son los mayores colaboradores para que algunas religiones sean las más procuradas.
Acostumbrado a buscar un culpable para sus fracasos, el hombre prefiere culpar a un ser creado por ciertas “teologías”, que asumir sus propios errores.
La culpa es siempre del rabudo, nunca del sufridor.
Ese mecanismo psicológico de culpar siempre a los demás es muy común en nuestra vida, estamos siempre seguros, que son los demás los que están errados.
Por eso afirmamos que el hombre muchas veces no utiliza su capacidad de pensar, si razonase sería libre, si fuera libre sería feliz, si fuera feliz, no aceptaría el “Dios” elaborado por otros hombres para subyúgalo. La esclavización del pensamiento humano es muy bien elaborada, y acontece desde los inicios de la raza humana.
Cuando el hombre está sufriendo él acepta cualquier cosa para librarlo del sufrimiento, incluso un Dios que castiga, como los hombres castigan.
Así como nuestro cuerpo necesita de ejercicio para estar saludable, nuestra mente necesita ser libre, para volvernos espíritus saludables.
Mientras el hombre crea que religión “A” es” mejor que la “B”, mientras el hombre crea que Dios escoge a unos en detrimento de los demás, las religiones no tendrán autoridad para que se digan representantes y Dios.
Representarán sí, los intereses de los propios hombres.
La única religión que debemos profesar es la del respeto mutuo y del amor.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

RELIGIÕES OU ALGEMAS


O homem é escravo do homem.
Tal afirmativa baseia-se no fato de não exercermos livremente nossa capacidade de pensar.
No aspecto religioso, a maioria das pessoas ainda crê em um Deus com um comportamento tipicamente humano.
As religiões predominantes em nossa sociedade nos apresentam em suas linhas teológicas, um ser vingativo, um Deus que castiga e amedronta.
A criatura humana é impedida de pensar, raciocinar é pecado.
A compreensão de Deus passa pela nossa capacidade de pensar, sem raciocínio, Deus não pode ser conhecido.
Os dogmas religiosos nos impedem de aproximarmo-nos de Deus de maneira a senti-lo, entende-lo. Não se pode amar o que não se conhece.
Observemos que os conceitos equivocados com relação a Deus, já nos são incutidos por nossos próprios pais quando dizem em tom de ameaça: “Deus castiga as crianças mal criadas”.
Vamos crescendo de tal forma, que com o passar dos anos vamos nos afastando de Deus, pois somos imperfeitos e via de regra, cometemos equívocos.
Chegamos a conclusão que não somos dignos de “Deus”.
Interessante observarmos que crescemos, melhor dizendo, nascemos culpados e crescemos culpados, e cá entre nós, não existe maior barreira para a expressão do raciocínio do que o sentimento de culpa, tão explorado pela maioria das religiões.
A culpa e o dito “diabo”, são os maiores colaboradores para que algumas religiões sejam as mais procuradas.
Acostumado a procurar um culpado para seus fracassos, o homem prefere culpar um ser criado por certas “teologias”, do que assumir seus próprios erros.
A culpa é sempre do rabudo, nunca do sofredor.
Esse mecanismo psicológico de culpar sempre os outros é muito comum em nossa vida, estamos sempre certos, os outros é que estão errados.
Por isso afirmamos que o homem muitas vezes não utiliza a sua capacidade de pensar, se raciocina-se seria livre, se fosse livre seria feliz, se fosse feliz, não aceitaria o “Deus” elaborado por outros homens para subjugá-lo. A escravização do pensamento humano é muito bem elaborada, e acontece desde os primórdios da raça humana.
Quando o homem está sofrendo ele aceita qualquer coisa para livrá-lo do sofrimento, até mesmo um Deus que pune, como os homens punem.
Assim como nosso corpo necessita de exercício para ser saudável, nossa mente precisa ser livre, para nos tornarmos espíritos saudáveis.
Enquanto o homem acreditar que religião “A” é melhor que a “B”, enquanto o homem acreditar que Deus escolhe uns em detrimento dos outros, as religiões não terão autoridade para se dizerem representantes e Deus.
Representarão sim, os interesses dos próprios homens.
A única religião que devemos professar é a do respeito mútuo e do amor.




Terroristas Psíquicos - Tradução Victor Hugo Torres (Mèxico)

“Nosotros generalmente descubrimos que hacer percibiendo aquello que no debemos hacer. Y probablemente aquel que nunca cometió un error nunca hizo un descubrimiento”. (Samuel Smiles)


Somos aprendices. ¿Quién nunca erró?
“Quien esté sin pecados...” (Jesús).
Muchos tiranos emocionales se aprovechan de nuestra condición de aprendices para atemorizarnos emocionalmente, haciéndonos rehenes del pasado y de ellos mismos.
Como verdaderos terroristas psíquicos, delante de las conquistas que alcanzamos buscan siempre recordarnos que ya erramos un día.
Buscan mantenerse en posición de dominio sobre los demás.
Se colocan como emisarios de la verdad juzgándose inalcanzables, hipócritas.
Eso sucede en sociedad, en la familia y aún en las relaciones “amorosas”.
Existen personas extremadamente carentes, que se esconden atrás de esa postura belicista para mantener la atención de los demás.
Cuando ellas no consiguen ser el centro de la atención en una relación, sea cual fuera, buscan recordarnos sobre equívocos cometidos un día, buscando así controlar la situación enalteciéndose a sí mismas.
Son frágiles emocionalmente y creen mantener lazos afectivos a cuestas de la manipulación de sentimientos.
Debemos tener cuidado con aquellos que se relacionan con nosotros y nos impiden modificar las páginas sucias del pasado.
Si cayéramos es importante que no nos mantengamos identificados con el suelo, pues sólo se cae quien está andando.
Es en la caída que encontramos los verdaderos amigos, ellos nos ayudan a erguirnos y a seguir caminando.
Aléjese de los que predican la renovación y no renuevan las propias ideas.
Tengamos cuidados con los terroristas psíquicos, ellos son astutos, sutiles.
Terrorista psíquico es todo aquel que desea que los demás piensen como él.
Cuidado para no volverse rehén de los terroristas, sus principales armas son:
- La exaltación de errores pasados para ejercer el dominio en el presente.
- Los celos en cualquier tipo de relación
- La posición de eterna víctima.
- La falta de escrúpulos para denigrar la imagen de los demás.
- La tentativa de impedirnos el raciocinio.
- La envidia.
- La religión, etc..., etc...
Vivir es un constante aprendizaje.
Necesitamos comprender que, “a cada uno será dado conforme sus propias obras”, somos los únicos responsables por nuestro destino.
“Estudie los Libros de la Codificación Espírita es una verdadera carta de liberación”.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Terroristas Psíquicos

“Nós geralmente descobrimos o que fazer percebendo aquilo que não devemos fazer. E provavelmente aquele que nunca cometeu um erro nunca fez uma descoberta”. (Samuel Smiles)

Somos aprendizes. Quem nunca errou?
“Quem estiver sem pecados...” (Jesus).
Muitos tiranos emocionais aproveitam-se da nossa condição de aprendiz para nos atemorizarem emocionalmente, tornando-nos reféns do passado e deles mesmos.
Como verdadeiros terroristas psíquicos, diante das conquistas que alcançamos procuram sempre nos lembrar que já erramos um dia.
Procuram manter-se em posição de domínio sobre os outros.
Colocam-se como arautos da verdade julgando-se inatingíveis, hipócritas.
Isso acontece em sociedade, na família e mesmo nos relacionamentos “amorosos”.
Existem pessoas extremamente carentes, que se escondem atrás dessa postura belicista para manter a atenção dos outros.
Quando elas não conseguem ser o centro da atenção em um relacionamento, seja ele qual for, procuram lembrar-nos sobre equívocos cometidos um dia, buscando assim controlar a situação exaltando a si mesmas.
São frágeis emocionalmente e acreditam manter laços afetivos as custas da manipulação de sentimentos.
Devemos tomar cuidado com aqueles que se relacionam conosco e nos impedem de virar as páginas emboloradas do passado.
Se cairmos é importante que não nos mantenhamos identificados com o chão, pois só cai quem está andando.
É na queda que encontramos os verdadeiros amigos, eles nos ajudam a erguermo-nos e seguir caminhando.
Afaste-se dos que pregam a renovação e não renovam as próprias idéias.
Tomemos cuidados com os terroristas psíquicos, eles são ardilosos, sutis.
Terrorista psíquico é todo aquele que deseja que os outros pensem como ele.
Cuidado para não se tornar refém dos terroristas, suas principais armas são:
- A exaltação de erros passados para exercer o domínio no presente.
- O ciúme em qualquer tipo de relação
- A posição de eterna vitima.
- A falta de escrúpulos para denegrir a imagem dos outros.
- A tentativa de nos impedir o raciocínio.
- A inveja.
- A religião, etc..., etc...
Viver é um constante aprendizado.
Precisamos compreender que, “a cada um será dado conforme suas próprias obras”, somos os únicos responsáveis pelo nosso destino.
“Estude os Livros da Codificação Espírita é uma verdadeira carta de alforria”.

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

FELICIDADE E CULPA



Um dos maiores inimigos da felicidade é a culpa.
Muito utilizada por algumas religiões, a culpa é poderoso instrumento para conversão e coação de alguns incautos.
Algumas religiões com o desejo de manter o homem sobre o seu jugo opressor chegam mesmo a afirmar que o homem já nasceu culpado.
Com isso incutem desde a infância da criatura o sentimento de culpa que psicologicamente lhe será prejudicial no decorrer de toda sua vida.
Vale a pena analisar e pensar a respeito, as religiões que trabalham esse aspecto estão sempre voltadas para o passado do seu profitente, pois é ali onde elas encontram as algemas da culpa tão bem exploradas pelos seus dirigentes.
Onde houver sentimento de culpa está presente o remorso.
Onde existe culpado, pode haver punição.
É justamente na hora das supostas punições que essas religiões aparecem como verdadeiro eldorado para os aflitos, oferecendo uma salvação mentirosa.
A salvação oferecida por algumas religiões é uma muleta poderosa para aqueles que não pensam por si mesmos.
É preciso que se diga que não existem culpados, existem sim, pessoas responsáveis pelos seus atos. O sentimento de culpa é fator impeditivo da felicidade.
Preocupado em não ser acusado pela sociedade e pelos religiosos, a criatura humana representa vários personagens de acordo com a situação.
Sendo assim, ela passa pela presente encarnação tentando ser o que os outros desejam, nunca o que ela mesma quer e precisa ser devido a sua condição evolutiva.
O Espiritismo é uma doutrina muito interessante, para aqueles que desejarem despir-se do preconceito e estudar seus postulados.
Segundo o Espiritismo, nós não somos culpados, somos responsáveis.
Ser responsável é diferente de ser culpado.
O responsável responde a sua própria consciência pelos equívocos perpetrados.
O responsável é aquele que deve estar disposto a arcar com o ônus dos seus equívocos, e amealhar os bônus dos seus acertos.
É possível ser feliz nesta vida, pois Deus nos proporciona os meios para isso.
Liberar-se do sentimento de culpa.
Não procurar culpados pela nossa infelicidade.
Não aceitar a pecha de culpado.
Não aceitar o julgamento de outros homens.
A felicidade é uma conquista individual, ela deve ser conquistada através de nosso próprio esforço.
Identificando a presença de Deus dentro de si certamente o homem será mais feliz.
Deus está pronto a se manifestar em todos os momentos que manifestarmos amor uns pelos outros.
Os erros fazem parte do aprendizado, a culpa é a corrente que a ignorância coloca em nosso coração e alguns religiosos desejam apertar.
Liberte-se através do amor.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Haciendo tempestad - Tradução Victor Hugo Torres (México)

Tratándose de problemas, debemos tener cuidado con lo real y lo imaginario.
Normalmente tenemos enormes dificultades en discernir el problema real, de los problemas imaginarios que nuestra mente crea.
¿Cuántas cosas existen sólo dentro de nuestra cabeza?
Acostumbrados a observar las situaciones de la vida siempre por el lado más pesimista, acabamos por crear otros problemas que sólo existen dentro de nuestra cabeza.
Es la famosa tempestad en un vaso de agua.
Cuando experimentamos situaciones de enemistad con quien quiera que sea, la fertilidad negativa de nuestra mente elabora, discute y aumenta problemas que en verdad no son reales.
Las personas que afirman no llevar problemas para casa, son las más fantasiosas con relación a esas desagradables situaciones.
No llevan problemas, pero transportan dentro de sí, un verdadero torbellino de emociones y sentimientos tormentosos.
Y piensan: “Cuando yo encuentre fulano, voy a decirle tal y tal cosa, va a ver”.
Esas mentes se quedan gravitando en sí mismas, con pensamientos fijos, cristalizados en la venganza y en la enfermedad psíquica.
Alimentan situaciones mentales tan desagradables, que acaban por aumentar el mal dentro de ellas mismas.
Con este comportamiento, se vuelven víctimas de las enfermedades nerviosas, como úlceras nerviosas, diabetes y otras molestias generadas por las mentes sin vigilancia.
Necesitamos tener cuidado con lo imaginario y lo real.
La precipitación en los juicios, el remilgo por cualquier cosa que nos digan, el sufrimiento por cosas que creemos que sucederán, son factores por los cuáles, lo imaginario alimenta a la mente enfermiza.
Aquel que se deja llevar por ese comportamiento, prevé un futuro que sólo existe dentro de su propia cabeza. Y como está acostumbrado siempre a pensar que lo peor va sucederle, sufre anticipadamente por algo que no existe.
Vivir un día de cada vez, es la mejor salida.
Resolver un problema de cada vez, es medida saludable.
No existe garantía de que estaremos vivos de aquí a un minuto, por eso, quien vive el futuro, deja de vivir en el presente.

Pensar en un futuro feliz es experimentar bien estar hoy.
Pensar en un futuro amargo y de sufrimiento, es sólo sufrir.
La preocupación no resuelve el pasado, acaba con el futuro y nos hace miserables hoy, atormentando nuestro presente.
Cada día su agonía, dice la sabiduría popular. Cuidado con lo imaginario.

Fazendo tempestade

Em se tratando de problemas, devemos tomar cuidado com o real e o imaginário.
Normalmente temos enormes dificuldades em discernir o problema real, dos problemas imaginários que nossa mente cria.
Quantas coisas existem apenas dentro de nossa cabeça?
Acostumados a observar as situações da vida sempre pelo lado mais pessimista, acabamos por criar outros problemas que só existem dentro da nossa cabeça.
É a famosa tempestade em um copo de água.
Quando experimentamos situações de animosidade com quem quer que seja, a fertilidade negativa de nossa mente elabora, discute e aumenta problemas que na verdade não são reais.
As pessoas que afirmam não levar desaforo para casa, são as mais fantasiosas com relação a essas desagradáveis situações.
Não levam desaforo, mas transportam dentro de si, um verdadeiro turbilhão de emoções e sentimentos tormentosos.
E pensam: “Quando eu encontrar fulano, vou dizer tal e tal coisa, ele vai ver”.
Essas mentes ficam gravitando em si mesmas, com pensamentos fixos, cristalizados na vingança e na enfermidade psíquica.
Alimentam situações mentais tão desagradáveis, que acabam por aumentar o mal dentro delas mesmas.
Com este comportamento, tornam-se vitimas das enfermidades nervosas, como úlceras nervosas, diabetes e outras moléstias geradas pelas mentes invigilantes.
Precisamos tomar cuidado com o imaginário e o real.
A precipitação nos julgamentos, o melindre por qualquer coisa que nos digam, o sofrimento por coisas que acreditamos irão acontecer, são fatores pelos quais, o imaginário alimenta a mente enfermiça.
Aquele que se deixa levar por esse comportamento, prevê um futuro que só existe dentro da própria cabeça. E como está acostumado a pensar sempre que o pior vai lhe acontecer, sofre antecipadamente por algo que não existe.
Viver um dia de cada vez é a melhor saída.
Resolver um problema de cada vez, é medida salutar.
Não existe garantia de que estaremos vivos daqui a um minuto, por isso, quem vive o futuro, deixa de viver no presente.
Pensar em um futuro feliz é experimentar bem estar hoje.
Pensar em um futuro amargo e de sofrimento, é apenas sofrer.
A preocupação não resolve o passado, acaba com o futuro e nos faz miseráveis hoje, atormentando o nosso presente.
A cada dia a sua agonia, diz a sabedoria popular. Cuidado com o imaginário.




quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Amor e Posse

Amor e posse, a linha que separa estes dois sentimentos é muito tênue.
Em nosso atual estágio evolutivo essa condição fica ainda mais evidenciada.
Somos espíritos que aprendemos a amar a cada nova encarnação.
Muitos acreditam que amar é possuir.
Podam o semelhante, acreditando oferecer proteção.
Oferecem vantagens materias, tentando comprar sentimentos.
Coração dos outros é terra que ninguém pisa.
Não se apercebem, que por mais que se vigie e cerceie os movimentos daqueles que julgam amar, não se tem o poder de manietar-lhes os sentimentos.
Assim acontece com pais e filhos, esposas e maridos, amigos e amigas, etc...
O amor é liberdade.
Posse é prisão.
O amor confia.
A posse domina.
Aquele que diz amar e tenta controlar, na verdade não ama; é uma pessoa insegura e infeliz.
Vive encarcerado no ciúme e na ausência de respeito próprio.
Amor é vida, posse é morte.
O amor tudo suporta, pois não se deixa atingir pela enfermidade emocional daquele a quem se ama.
A posse é melindrosa, nunca esta satisfeita, faz constantes exigências.
O amor se doa.
A posse barganha.
Amor e posse.
Posse é morte.
Amor é liberdade.
Amor é vida.
Posse é cárcere.
Posse é invadir a liberdade daquele que se julga amar.
Por mais que tente, o homem nunca será capaz de possuir o amor de ninguém.
Amor não se possui, se vivencia.
Amor emociona, lambuza a alma de felicidade.
Nossa medida de amor deve se sempre, a medida da felicidade que damos aos outros.
Quem ama verdadeiramente basta-se no próprio amor, pois é feliz por amar.
Amor não se cobra.
Amor não se troca.
Amor não se deixa dominar.
Amor se conquista.

Depresión y muerte - Tradução Victor Hugo Torres (México)

No perdemos lo que nunca poseemos.
La vida a veces nos impone la separación de algunos seres queridos a través del fenómeno natural llamado muerte.
La criatura humana sumergida en sus preocupaciones no piensa que tal hecho venga a sucederle; mucho menos, con aquellos que pertenecen a su grupo familiar.
Sin embargo, es de la vida que se muera físicamente; lidiar con las supuestas pérdidas es la mayor dificultad con las que las personas se deparan.
¿Cómo enfrentar momento tan doloroso?
¿Cómo superar la partida de alguien que amamos?
Necesitamos aprender que en todos los instantes debemos estar preparados para una eventual separación.
Todos nosotros tendremos que morir, la diferencia es el día y la hora.
Debemos vivir de tal forma que, podamos manifestar nuestro respeto y amor a los que conviven con nosotros rutinariamente.
Vale recordar que no poseemos a nadie, y nadie nos posee.
Construir relaciones saludables, destituidas del sentimiento de posesión debe ser nuestro principal objetivo.
La mayoría de nuestros sufrimientos es decurrente de las expectativas creadas acerca de aquellos que conviven con nosotros.
Nuestra mente es fértil en crear hechos desagradables.
Como existe en nosotros la predominancia de sentimientos inferiores sobre los sentimientos nobles, invariablemente, tendemos a permanecer más tiempo cultivando pensamientos infelices.
Tenemos mucha dificultad en identificar el lado luz de las personas, pues nuestro lado sombra se manifiesta en mayor número de veces, consecuentemente, nuestros defectos son identificados en nuestro prójimo.
En las relaciones familiares, nuestra tendencia es de sentirnos propietarios de nuestros seres queridos.
Somos exagerados, no sabemos amar.
Por causa de nuestra infantilidad con relación al amor, experimentamos sufrimientos atroces, capaces de arrojarnos en tristes cuadros depresivos, o incluso llevarnos a las fronteras del suicidio.
No somos de aquí, estamos apenas de paso.
Por más dolorosa que sea la separación, necesitamos trabajar dentro de nosotros la verdad de que nada termina con la muerte.
Si usted que lee esta columna esta triste con la muerte de alguien, busque imaginarse en el lugar del ser que partió; ciertamente, donde quiera que esté el ser amado, en este instante desea que usted continúe viviendo.
Viva con equilibrio y serenidad, con la certeza de que un día el reencuentro acontecerá.
La muerte no es mayor que el amor.
Demuestre su amor, amando la vida.

Depressão e morte

Não perdemos o que nunca possuímos.
A vida por vezes nos impõe a separação de alguns entes queridos através do fenômeno natural chamado morte.
A criatura humana mergulhada em suas preocupações não cogita que tal fato venha a lhe suceder; muito menos, com aqueles que pertencem ao seu grupo familiar.
Todavia, é da vida que se morra fisicamente; lidar com as supostas perdas é a maior dificuldade que as pessoas se deparam.
Como enfrentar momento tão doloroso?
Como superar a partida de alguém que amamos?
Precisamos aprender que em todos os instantes devemos estar preparados para uma eventual separação.
Todos nós iremos morrer, a diferença é o dia e a hora.
Devemos viver de tal forma que, possamos manifestar nosso respeito e amor aos que convivem conosco rotineiramente.
Vale lembrar que não possuímos a ninguém, e ninguém nos possui.
Construir relações saudáveis, destituídas do sentimento de posse deve ser nosso principal objetivo.
A maioria dos nossos sofrimentos é decorrente das expectativas criadas a respeito daqueles que convivem conosco.
Nossa mente é fértil em criar fatos desagradáveis.
Como existe em nós a predominância de sentimentos inferiores sobre os sentimentos nobres, invariavelmente, tendemos a permanecer mais tempo cultivando pensamentos infelizes.
Temos muita dificuldade em identificar o lado luz das pessoas, pois nosso lado sombra se manifesta em maior numero de vezes, conseqüentemente, nossos defeitos são identificados em nosso próximo.
Nos relacionamentos familiares, nossa tendência é de sentirmo-nos proprietários dos nossos entes queridos.
Somos exagerados, não sabemos amar.
Por conta de nossa infantilidade com relação ao amor, experimentamos sofrimentos atrozes, capazes de nos arrojar em tristes quadros depressivos, ou até mesmo nos levar as raias do suicídio.
Não somos daqui, estamos apenas de passagem.
Por mais dolorosa que seja a separação, precisamos trabalhar dentro de nós a verdade de que nada termina com a morte.
Se você que lê esta coluna esta triste com a morte de alguém, procure imaginar-se no lugar do ser que partiu; certamente, onde quer que esteja, neste instante o ser amado deseja que você continue a viver.
Viva com equilíbrio e serenidade, com a certeza de que um dia o reencontro acontecerá.
A morte não é maior do que o amor.
Demonstre seu amor, amando a vida.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Niño hombre - Tradução Victor Hugo Torres (Mèxico)

Algunas personas afirman que el hombre es producto del medio en que vive.
Es claro que la familia así como la sociedad donde el individuo esté inserido, contribuyen para su formación, sin embargo los ejemplos de que esta afirmación está equivocada son muchos.
Conversando con una profesora de la red pública estatal, tenemos conocimiento de la historia de un niño que nos lleva a reflexionar.
Su familia totalmente desestructurada, no le ofrece las mínimas condiciones para que él pueda hacerse un hombre de bien.
Su hogar está formado de personas totalmente viciosas, incapaces de ofrecerle ejemplos edificantes.
Pero desde temprano, el niño desentona en su comportamiento del restante del grupo familiar.
Siempre esforzado y responsable con su vida.
En el inicio de un año escolar más, las dificultades de nuestro personaje eran innumerables. Sin dinero para comprar material escolar, el niño resolvió enfrentar las dificultades con gran creatividad y determinación.
Sin cuaderno para hacer sus lecciones él sorprendió a todos con su honestidad y deseo de vencer.
Con humildad, sin embargo con coraje que sólo los vencedores traen en su carácter, él se dirigió a todos los compañeros de clase pidiéndoles que arrancasen la hoja del medio de sus encuadernados y confeccionó un cuaderno para él.
Juntando todas las hojas que los amiguitos inconscientes le dieron, el “niño hombre” formó su propio cuaderno y pudo participar de la clase orgullosamente con el fruto de su voluntad.
Vale resaltar en esta historia, la honestidad y la determinación que nuestro personaje demostró delante de la dificultad que la vida le reservó.
Él no se avergonzó para revelar su problema a los demás.
Él conquistó la simpatía de la profesora, pues demostró un carácter de vencedor, de quien no se dobla a las dificultades.

La maestra nos informó que ese chico parece tener un comportamiento muy diferente de los chicos de su edad; actúa con mucha responsabilidad y determinación.
Recordemos que su familia es compuesta de personas viciosas y desajustada.
¿Qué ejemplo nos da ese chico?
¿Será que estamos haciendo de las dificultades la oportunidad para nuestro crecimiento? ¿O estamos abandonando la lucha?
El hombre no es producto del medio, el hombre tiene el tamaño de su voluntad.
Voluntad débil, hombre débil.
Voluntad fuerte, hombre productivo.
Que Dios bendiga a los muchos niños hombres que andan por ahí, pues ciertamente ya trajeron hacia esta vida el equipaje de dolores y lágrimas, luchas y victorias, conquistadas a lo largo de sus jornadas por el mundo.

Marcador do meu novo livro infantil lançado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro 2009



Menino homem

Algumas pessoas afirmam que o homem é produto do meio em que vive.
É claro que a família assim como a sociedade onde o individuo esteja inserido, colaboram para sua formação, todavia os exemplos de que esta afirmação é equivocada são muitos. Conversando com uma professora da rede pública estadual, tomamos conhecimento da história de um menino que nos leva a refletir.
Sua família totalmente desestruturada, não lhe oferece as mínimas condições para que ele possa vir a se tornar um homem de bem.
Seu lar é composto de pessoas totalmente viciosas, incapazes de lhe oferecer exemplos edificantes.
Mas desde de cedo, o menino destoa em seu comportamento do restante do grupo familiar.
Sempre esforçado e responsável com sua vida.
No inicio de mais um ano letivo, as dificuldades de nosso personagem eram inúmeras. Sem dinheiro para comprar material escolar, o menino resolveu enfrentar as dificuldades com grande criatividade e determinação.
Sem caderno para fazer suas lições ele surpreendeu a todos com sua honestidade e desejo de vencer.
Com humildade, porem com coragem que só os vencedores trazem em seu caráter, ele dirigiu-se a todos os colegas de classe lhes pedindo para arrancarem a folha do meio de suas brochuras e confeccionou um caderno para ele.
Juntando todas as folhas que os amiguinhos incontinentes lhe deram, o “menino homem” montou seu próprio caderno e pode participar da aula orgulhosamente com o fruto de sua vontade.
Vale ressaltar nesta história, a honestidade e a determinação que nosso personagem demonstrou diante da dificuldade que a vida lhe reservou.
Ele não se envergonhou para revelar seu problema aos outros.
Ele conquistou a simpatia da professora, pois demonstrou um caráter de vencedor, de quem não se curva às dificuldades.
A mestra nos informou que esse garoto parece ter um comportamento muito diferente dos garotos de sua idade; age com muita responsabilidade e determinação.
Lembremo-nos que sua família é composta de pessoas viciosas e desajustada.
Que exemplo esse garoto nos dá?
Será que estamos fazendo das dificuldades a oportunidade para o nosso crescimento? Ou estamos abandonando a luta?
O homem não é produto do meio, o homem tem o tamanho da sua vontade.
Vontade débil, homem fraco.
Vontade forte, homem produtivo.
Que Deus abençoe os muitos meninos homens que andam por ai, pois certamente já trouxeram para esta vida a bagagem de dores e lágrimas, lutas e vitórias, conquistadas ao longo de suas jornadas pelo mundo.

Cambiar la vida - Tradução Victor Hugo Torres (México)

Es preciso inventar la vida todos los días.
En general la queja de las personas es que ellas hacen todo bien, y nada acontece.
Hacer siempre las mismas cosas no es garantía de felicidad.
Cuando algún proyecto nace dentro de nosotros, es como una luz que nos fecunda, y nos hace sentir verdaderamente vivos.
Pero debemos ser honestos, ¿Cuántos de esos proyectos nosotros llevamos efectivamente hasta el fin?
Basta que alguien emita una opinión contraria, y aquel gusto por realizar el sueño se queda por el camino.
La vida es un constante soñar, pero por encima de todo es una lucha diaria para realizar lo que se sueña.
Reinventar la vida es dejar de lado la monotonía de las actitudes repetitivas, es volver a crear, es hacer lo que se desea, aunque eso no agrade alguien.
Cuando salimos del lugar común, corremos el riesgo de que seamos tachados de orgullosos o pretensiosos.
La fila de los que sólo sobreviven es muy grande, la fila de los que realmente viven y corren atrás de los propios sueños es pequeña, muy pequeña.
¿Cuántas veces no sentimos el deseo de aprender a tocar algún instrumento?
¿Cuántas veces no soñamos en aprender una lengua extranjera?
¿Cuántas veces no deseamos tantas cosas y las dejamos a un lado, pues no creemos en nosotros mismos?
Y la vida va pasando...
Otra vez, los vencedores nos señalan con sus ejemplos de fe y determinación.
La argumentación de falta de preparación y capacidad también puede ser llamada de pereza.
Nuestra capacidad es del tamaño de nuestra voluntad.
Algunos afirman que es preciso tener suerte para vencerse, pero verdaderamente, la suerte acompaña aquellos que más trabajan.
Equivale decir, que la suerte es directamente proporcional a la voluntad de trabajar, e inversamente proporcional a la pereza.
Reinventar la vida significa hacer de la rutina de todos los días, un instrumento para nuestra felicidad.
El sentimiento de gratitud es fundamental para que valoremos las cosas simples, que con el tiempo, acaban perdiendo la importancia.
Tener placer por hacer las cosas, sean las más simples o las más complicadas.
Nadie hace bien lo que no le gusta, necesitamos poner más amor en nuestras actitudes, en nuestro trabajo, en nuestras relaciones. Necesitamos dar amor, y no cobrar amor.
Un día nunca es igual al otro, al contrario, nosotros hacemos todos los días las mismas cosas automáticamente, esperando resultados diferentes.
La vida sólo cambiará cuando cambiemos de actitud.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Mudar a vida

É preciso inventar a vida todos os dias.
Em geral a queixa das pessoas é que elas fazem tudo certo, e nada acontece.
Fazer sempre as mesmas coisas não é garantia de felicidade.
Quando algum projeto nasce dentro de nós, é como uma luz que nos fecunda, e nos faz sentir verdadeiramente vivos.
Mas devemos ser honestos, quantos desses projetos nós levamos efetivamente até o fim?
Basta que alguém emita uma opinião contrária, e aquela volúpia em realizar o sonho fica pelo caminho.
A vida é um constante sonhar, mas acima de tudo uma luta diária para realizar o que se sonha.
Reinventar a vida é deixar de lado a monotonia das atitudes repetitivas, é recriar, é fazer o que se deseja, mesmo que isso não agrade alguém.
Quando saímos do lugar comum, corremos o risco de sermos taxados de orgulhosos ou pretensiosos.
A fila dos que apenas sobrevivem é muito grande, a fila dos que realmente vivem e correm atrás dos próprios sonhos é pequena, muito pequena.
Quantas vezes já não sentimos o desejo de aprender a tocar algum instrumento?
Quantas vezes não sonhamos em aprender uma língua estrangeira?
Quantas vezes já não desejamos tantas coisas e deixamos de lado, pois não acreditamos em nós próprios?
E a vida vai passando...
Vez por outra, os vencedores nos sinalizam com seus exemplos de fé e determinação.
A alegação de falta de preparo e capacidade também pode ser chamada de preguiça.
A nossa capacidade é do tamanho da nossa vontade.
Alguns afirmam que é preciso ter sorte para se vencer, mas verdadeiramente, a sorte acompanha aqueles que mais trabalham.
Equivale dizer, que a sorte é diretamente proporcional a vontade de trabalhar, e inversamente proporcional a preguiça.
Reinventar a vida significa fazer da rotina de todos os dias, um instrumento para nossa felicidade.
O sentimento de gratidão é fundamental para que valorizemos as coisas simples, que com o tempo, acabam perdendo a importância.
Ter prazer em fazer as coisas, sejam elas as mais simples ou as mais complicadas.
Ninguém faz bem o que não gosta, precisamos colocar mais amor em nossas atitudes, em nosso trabalho, nos nossos relacionamentos. Precisamos dar amor, e não cobrar amor.
Um dia nunca é igual ao outro, nós ao contrário, fazemos as mesmas coisas automaticamente todos os dias, esperando resultados diferentes.
A vida só mudará quando mudarmos de atitude.




sexta-feira, 11 de setembro de 2009

AMIGOS VISITANTES, EM VIRTUDE DE MINHA PARTICIPAÇÃO E CONSEQUENTE VIAGEM PARA A BIENAL DO LIVRO DO RIO DE JANEIRO SÓ ATUALIZAREI O BLOG NA PRÓXIMA TERÇA FEIRA, DIA 15/09!

ABRAÇOS!
ADEILSON SALLES

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Educação

Amuletos

“Os olhos que nunca choraram, raramente aprendem a ver” – Meimei.

Devido às escolhas que fazemos para nossa vida, em muitas oportunidades temos as lágrimas como resposta.
Incapaz de compreender que a vida é o resultado de seus próprios atos, a criatura humana via de regra, busca um culpado pela sua desdita.
Tudo o que acontece de ruim na vida do homem é culpa de alguém.
É preciso eleger um culpado, afinal, pessoas há, que se acreditam injustiçadas pela vida.
Tudo o que redunda em lágrimas é culpa de alguém, os acontecimentos felizes é puro merecimento.
Quando as coisas não vão bem, costuma-se dizer: “Tem alguém com inveja de mim” – ou então – “Está tudo amarrado em minha vida”.
Percebe-se que para cada fracasso, existe um culpado eleito.
Identificado o culpado pelo sofrimento, a criatura parte em busca de solução. Um amuleto protetor, uma vela para o orixá, uma vela para o santo, banho de ervas e etc... etc... São tantos os cuidados com amuletos, patuás, que a pessoa sai a rua parecendo uma loja de R$ 1,99, de tantas bugigangas penduradas aqui e acolá.
O corpo parece um carro alegórico em tempos de carnaval.
Se identificarmos um culpado para o nosso fracasso, agora munidos de penduricalhos, estaremos preparados para o combate.
A fé nessas práticas exteriores acaba auxiliando muitas pessoas, que terminam por vencer alguns obstáculos psicológicos criados por elas mesmas, todavia, os resultados positivos obtidos são passageiros.
Quando surgir uma nova dificuldade, a pessoa encontrar-se-á carente de respostas, pois o efeito dessas práticas é paliativo.
Sem que consiga identificar a si mesmo como o arquiteto da própria vida, o homem sofrerá por um bom tempo as agruras promovidas pela sua ignorância.
Buscar dentro de si o culpado, nas atitudes equivocadas, nas escolhas infelizes, permitirá um amadurecimento espiritual mais objetivo.
O homem que tem a consciência de que em sua vida, é ele quem decide, gradativamente vai tomando posse de si mesmo, conseqüentemente, para de buscar culpados para suas limitações e falta de vontade.
Se o uso de adereços fosse garantia de sucesso e prosperidade, a Bahia seria certamente, o estado com a população mais próspera da federação.
Nosso estágio evolutivo demonstra, que só aprendemos a ver, quando as lágrimas melhoram a nossa visão, do que é verdadeiramente a vida.





Amuletos - Tradução para o Espanhol Victor Hugo Torres (México)

“Los ojos que nunca lloraron, raramente aprenden a ver” – Meimei.

Debido a las elecciones que hacemos en nuestra vida, en muchas oportunidades tenemos las lágrimas como respuesta.
Incapaz de comprender que la vida es el resultado de sus propios actos, la criatura humana por regla general, busca un culpable por su desdicha.
Todo lo que sucede de malo en la vida del hombre es culpa de alguien.
Es preciso elegir un culpable, finalmente, hay personas, que se creen injustificadas por la vida.
Todo lo que resulta en lágrimas es culpa de alguien, los acontecimientos felices es puro merecimiento.
Cuando las cosas no van bien, se suele decir: “Hay alguien con envidia de mí” – o entonces – “Está todo amarrado en mi vida”.
Se percibe que para cada fracaso, existe un culpable electo.
Identificado el culpable por el sufrimiento, la criatura parte en búsqueda de solución.
Un amuleto protector, una vela para el chaman, una vela para el santo, baño de hierbas y etc... etc... Son tantos los cuidados con amuletos, que la persona sale a la calle pareciendo una tienda de R$ 1,99, de tantas baratijas colgadas aquí y allá.
El cuerpo parece un coche alegórico en tiempos de carnaval.
Si identificáramos un culpable para nuestro fracaso, ahora llenos de colgantes, estaremos preparados para el combate.
La fe en esas prácticas exteriores acaba auxiliando muchas personas, que terminan por vencer algunos obstáculos psicológicos creados por ellas mismas, sin embargo, los resultados positivos obtenidos son pasajeros.
Cuando surge una nueva dificultad, la persona se encontrará carente de respuestas, pues el efecto de esas prácticas es paliativo.
Sin que logre identificarse a sí mismo como el arquitecto de su propia vida, el hombre sufrirá por un buen tiempo las agruras promovidas por su ignorancia.
Buscar dentro de sí el culpable, en las actitudes equivocadas, en las elecciones infelices, permitirá una madurez espiritual más objetiva.
El hombre que tiene la conciencia de que en su vida, es él quien decide, gradualmente va tomando posesión de sí mismo, consecuentemente, deja de buscar culpables para sus limitaciones y falta de voluntad.
Si el uso de adornos fuera garantía de éxito y prosperidad, Bahía sería verdaderamente, el estado con la población más próspera de la federación.
Nuestra etapa evolutiva demuestra, que sólo aprendemos a ver, cuando las lágrimas mejoran nuestra visión, de lo que es verdaderamente la vida.